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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Hillary Clinton: A próxima Secretária de Estado?

Especula-se que Obama já terá convidado Clinton para o cargo de Secretária de Estado.
Recordo que Clinton criticou Obama durante as primárias, especialmente nas questões relacionadas com a política externa. Aliás, ambos os candidatos apresentavam algumas visões diferentes relativamente ao Iraque, por exemplo. A Senadora de Nova Iorque havia apoiado a invasão do Iraque, enquanto que o Presidente Eleito nunca a defendeu. Além disso, Obama sugeria uma retirada o mais rapidamente possível.
De acordo com esta notícia, os motivos para a escolha de Clinton terão estado relacionados com o controlo que Obama poderá exercer sobre a ex-primeira-dama, que poderia tornar-se uma voz crítica da Administração Obama. Haverá, também, certamente, um agradecimento, pelo facto de os Clinton terem feito acções de campanha por Obama.
Pensa-se que Obama deverá fazer o anúncio após o "Thanksgiving Day", que, este ano, será no dia 27 de Novembro.
Para Clinton esta será uma oportunidade de recuperar a confiança na diplomacia americana. Será, a confirmar-se, a 3.ª mulher a ocupar o cargo, após Madeleine Allbright, na Administração Clinton e a ainda Secretária de Estado, Condoleezza Rice, na Administração Bush.


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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Prioridades de Obama

Obama terá de lidar com importantes desafios na Casa Branca. Como se sabe, o défice americano é imenso, tendo aumentado durante a Administração Bush.
O Presidente Eleito diz que as suas prioridades são a aposta nas energias renováveis, o sistema de saúde (há quem fale em Hillary Clinton para se encarregar desta área, como Secretária da Saúde), Educação e a diminuição de impostos para a classe média.
Alguns economistas dizem que não é possível fazer tudo ao mesmo tempo e, ainda durante a campanha, havia quem considerasse que o plano das energias renováveis era demasiado ambicioso. Por isso, economistas aconselham Obama a definir as suas prioridades, de acordo com o que sabe que irá correr bem, ou seja, como não pode actuar imediatamente em todos os domínios, por falta de recursos financeiros e não só, deve concentrar-se em determinadas áreas, conseguindo alcançar os objectivos a que se propõe. Caso contrário, nas eleições intermédias de 2010 poderá ser responsabilizado.

Apenas mais uma nota: fala-se de Bill Gates (Microsoft) ou de Vint Cerf (Google) para chefiar o gabinete de tecnologia de Obama. Pessoalmente, penso que não deveriam ser escolhidas estas personalidades, apesar dos conhecimentos que, devido às empresas com as quais estão relacionados, têm de possuir. Às vezes, o dinheiro e o poder funcionam demasiado bem juntos.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

4 de Novembro de 2008

Creio que será uma data a fixar.
Obama votou em Chicago, Illinois.
Biden, em Dellaware, na Pennsylvania.
McCain, em Phoenix, no Arizona.
Palin em Wasilla, no Alasca.
Após a votação, Palin referiu, a propósito do caso Troopergate (Palin alegadamente teria ordenado o despedimento do seu ex-cunhado, que entrara em divórcio litigioso e pretendia a guarda dos filhos) que sempre fez o melhor pelo povo do Alasca e para manter a trabalhar as melhores pessoas para servir o Alasca (entretanto chegou-se à conclusão que Palin não terá agido de maneira errada).

Ficam as fotos da votação (Imagens The Huffington Post*):

*A foto de Sarah Palin foi retirada da CNN.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Palin apela ao voto feminino


Se nunca houve uma afirmação por parte da campanha republicana, referindo que a candidata escolhida por McCain foi escolhida, apenas por ser mulher, quase que há agora.
Sarah Palin, em campanha em HENDERSON, Nevada , fez um discurso totalmente voltado para as mulheres. Falou em Geraldine Ferraro e em Hillary Clinton.
A crítica à campanha adversária fez-se sentir quando Palin referiu que Obama defendia uma igualdade entre os sexos, mas as mulheres que trabalham na sua campanha recebem menos que os homens.
A resposta da campanha democrata não negou a crítica, mas referiu que Obama tem muitas mulheres que o aconselham.
Palin esta-se a virar para as mulheres. Isto acontece, pois a percentagem de mulheres que pretende votar em McCain está a diminuir, em alguns Estados, de acordo com a CNN. Ao mesmo tempo, Palin pretende que apoiantes de Hillary Clinton a apoiem, como algumas já o fizeram. Recordo apenas o anúncio que saiu após a escolha de Palin: uma apoiante de Clinton a dizer que passara a apoiar McCain. Como disse Clinton na altura: "I'm Hillary Clinton and I do not approve that message.".
Acredito que haja muitas pessoas que votem em McCain, por Palin ser mulher, outras em Obama por ser negro, ou não votam nele pelo mesmo motivo, mas penso que uma responsabilidade cívica das pessoas não o deveria permitir. De que serve ter-se um mau presidente, se se votou nele, só por uma característica física ou de género?

terça-feira, 21 de outubro de 2008

3 Curtas sobre Obama, Clinton e Palin

1) Obama irá sair da campanha, durante 5.ª e 6.ª feira, para ir ao Havai, visitar a sua avó. Ela encontra-se num estado muito debilitado. Sabe-se da admiração que Obama tem pela sua avó: Barack Obama diz que se hoje é o que é, em parte o deve a ela, que fazia sacrifícios para melhor o poder educar.

2)
Hillary Clinton, pela 1.ª vez desde a Convenção Democrata, juntou-se a Barack Obama, na Flórida, Estado que a Senadora de Nova Iorque venceu nas primárias. Hillary pediu o voto em Obama; pediu que as pessoas fizessem tudo por Barack Obama, quanto o que tinham feito por ela nas primárias, de modo que Obama vença nesse Estado, em Novembro, dentro de 2 semanas.
Obama elogiou Clinton, pelas "barreiras que ajudou a destruir", no que diz respeito à discriminação sexual.

3)
A caravana de Sarah Palin sofreu um incidente. Um grupo de pessoas tentou bloquear-lhe a passagem, ontem, no Colorado. Dizem-se contra a guerra no Iraque e apoiam Obama. Já foi instaurado um processo. A polícia está a rever cassetes gravadas e está a tentar identificar os suspeitos. Com a campanha a chegar ao fim e o tom negativo, vindo de ambas as campanhas, não sei se a campanha republicana não insinuaria uma ligação com Obama, como com Ayers...

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Reacções democratas ao debate

Hillary Clinton e Joe Biden reagiram ao debate presidencial. Consideram que Obama venceu o debate e contestam alguns argumentos de McCain.
Clinton fala, ainda, de Sarah Palin.

Imagem : Reportagem da CBSnews

Segundo Hillary Clinton, os indecisos começam a ficar decididos, após todos os debates se terem realizado. A senadora de Nova Iorque está convencida que os americanos "não querem mais 4 anos iguais aos últimos 8.".
Clinton diz estar convencida que os americanos já se aperceberam que é Obama que melhor pode liderar o país, devido, em parte, ao seu plano económico, pois as pessoas sabem que é a economia que está em causa nestas eleições. Clinton disse estar feliz com o facto de muitos apoiantes seus estarem com Obama, apesar de alguns terem apoiado McCain (mas referiu que quem apoia McCain é um número muito reduzido).
Questionada sobre quais as receitas que os candidatos poderiam utilizar (quando chegassem à Presidência), de modo a cobrir o défice e, ainda assim, cumprirem o seu programa, Hillary respondeu que Obama tem capacidade de liderança e responsabilidade fiscal, atributos necessários para ultrapassar esta crise.
Fazendo uma analogia com Palin, a ex-candidata disse compreender que muitas pessoas a apoiem, mas referiu que a Governadora do Alasca não oferece uma necessária mudança a Washington. Segundo Hillary Clinton, não se deve votar em McCain só pelo facto de a sua "running mate" ser uma mulher.
Joe Biden disse que McCain teve uma boa frase ao dizer que se Obama queria ter concorrido contra o Presidente Bush deveria tê-lo feito há 4 anos atrás, mas relembrou que o actual candidato republicano votou 90% das vezes a favor de Bush.
Referiu, ainda, que é legítimo aumentar os impostos para as empresas que mais lucram.
Biden fez, ainda, uma alusão ao plano Paulson, que espera que surta o efeito desejado.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Contra-Informação na campanha americana

Imagem: Campanhas republicana e democrata

Muitos americanos acompanham as eleições através da internet. Contudo, muitas vezes, há confusões que advêm dessa visita ao ciber-espaço. Acontece que é também na internet que correm rumores sobre os candidatos que não correspondem à verdade. A CNN fez um apanhado:

Obama:
não é muçulmano; não nasceu no Quénia, mas no Havai.
Biden: não abandonará o ticket, em favor de Hillary Clinton.
McCain: não disse ao programa da CBS "60 minutes" que tinha intencionalmente bombardeado mulheres e crianças vietnamitas.
Palin: não mandou retirar livros da Biblioteca de Wasilla, cidade daqual foi "mayor"; não pertence ao "Alaska Independence Party", que luta pela independência do Estado norte-americano.

Por isso, os eleitores menos atentos e esclarecidos podem ser induzidos em erro.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Entrevista de Hillary Clinton à CBS: apoio a Obama

Imagem: CBSnews

Numa pequena entrevista, de apoio a Barack Obama, que Hillary Clinton cedeu à CBSnews, a senadora de Nova Iorque falou da campanha democrata, referindo os motivos pelos quais o ticket democrata é melhor para a América que o republicano.

De acordo com as mais recentes sondagens, Obama vencerá as eleições, contudo há ainda muita campanha para fazer, propagandeando ideias e, muitas vezes, atacando o adversário, caluniando-o.
Há algumas semanas, devido a insuficientes fundos, a campanha de McCain decidiu deixar de apostar no Michigan (recordo que Obama tem à sua disposição muito mais fundos que o seu adversário e, por isso, McCain tem de escolher quais os estados em que prefere fazer um ataque mais feroz), todavia ainda continua em força na Pensilvânia. Na verdade, a parceira do ticket de McCain, Sarah Palin, esteve na Pensilvânia. Quem também tem apostado nesse estado é Obama.
Hillary Clinton esteve com o seu marido, o ex-presidente Clinton, e com Joe Biden a fazer campanha pelo ticket do seu partido.
Relativamente à campanha de McCain, Hillary apreciou o facto de McCain ter pedido aos seus apoiantes para o “tom” baixar (sabe-se, é claro, que quem primeiro incentivou este “tom alto” foi a campanha republicana que, ou muito me engano, ou continuará com a mesmíssima táctica). Porém, a ex-candidata afirmou que o principal problema desta campanha é a economia, assunto que McCain não percebe convenientemente, de acordo com a Senadora. Assim, Clinton conclui: a melhor opção é o ticket Obama –Biden.
Em jeito de comprovação da supremacia democrata no que à economia diz respeito a Senadora de Nova Iorque referiu 3 pontos no seu discurso.
Em primeiro lugar, os democratas são defensores do “mercado livre”. Por isso, consideram que não é necessário tomar demasiados riscos, nem arriscar perder dinheiro. Ora, isto só pode acontecer através da regularização do mercado, algo com o qual a maioria dos republicanos discorda (nas votações para a aprovação do “Plano Paulson” foram os republicanos quem mais votou contra). No entanto, de acordo com a visão democrata, apenas a regulação permitirá o correcto e justo funcionamento do mercado e, assim, atingir-se-á a prosperidade (2.º ponto). Clinton, uma vez mais, apela à memória da governação do seu marido, dizendo que os democratas já venceram uma crise, conseguindo, inclusive, tomar conta das contas públicas e, por isso, conseguirão fazê-lo novamente. Clinton relembra que o défice americano, quando o ex-presidente tomou posse rondava os 300 mil milhões de dólares, sendo, actualmente, a fatia superior em 100 mil milhões.
Em terceiro lugar, a apoiante de Obama apela à classe média. É para ela que o discurso de Obama se vira. Refere que esta classe está a passar grandes dificuldades, até porque, segundo crê a Senadora, a América vive uma crise económica, logo não está a haver criação de emprego.
Peremptória, Hillary Clinton sucinta todo o discurso: O ticket republicano é mais do mesmo; não oferece a verdadeira mudança, nem uma alternativa credível.
A entrevista pode ser vista aqui.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Bill Clinton elogia Palin e diz que Hillary seria melhor que Biden


Bill Clinton afirmou que a campanha democrata não devia estar a atacar Sarah Palin. Ele referiu que percebe o motivo pelo qual as pessoas se sentem atraídas por Palin: ela é uma mulher com 5 filhos, sendo que uma delas está grávida e, mesmo assim, ela não se sente envergonhada, estando feliz com o casamento da filha. Clinton elogia também o facto de Palin ter tido o filho com Síndrome de Down.
No final, Clinton diz que a escolha de Palin foi uma boa escolha de McCain.
Finalmente, conclui dizendo que Obama deveria ter escolhido Hillary Clinton como VP, devido ao apoio que ela tem no país.
Será que estes elogios a Palin são para tentar evitar que apoiantes de Hillary Clinton apoiem Obama? Assim, McCain ganharia e Hillary Clinton poderia sonhar com a Casa Branca em 2012, com 64 anos.