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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

TIME: Obama personalidade do ano


A revista TIME escolheu Barack Obama, como personalidade do ano. Obama sucede, assim, a Putin, actual primeiro-ministro russo.
Outras personalidades que foram apontadas como possíveis personalidades do ano foram o ainda Secretário do Tesouro, Paulson (que deu nome ao Plano), Sarah Palin e Sarkozy.
A justificação da revista está no facto de Obama ter passado de total desconhecido, para a maioria dos americanos, antes da eleição, a Presidente da maior potência mundial.

Regressarei, brevemente, ao activo ao blog.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

"O efeito Palin"

Sarah Palin foi uma escolha arriscada. McCain te-la-á escolhido como sua "running mate" por 2 motivos: para unir a base conservadora do seu partido que não o apoiava convictamente e para tentar que algumas mulheres votassem no ticket republicano. Parece-me exagerado dizer que McCain perdeu devido a esta escolha arriscada, mas, segundo uma sondagem da CBS, Palin terá contribuído para que algumas pessoas votassem em Obama.



Watch CBS Videos Online

Parece-me exagerado dizer que McCain terá perdido devido a Palin, pois o assunto que mais dominava a agenda mediática, a partir de finais de Setembro, foi a crise de Wall Street. As pessoas começaram a ficar preocupadas e consideraram que deveriam votar em alguém que apresentasse, em seu entender, as melhores propostas a nível económico. No entanto, existiu um efeito negativo da escolha de Palin.
Após a escolha de McCain, Palin gerou um interesse súbito: ninguém conhecia a Governadora, com mais de 80% de popularidade, do pequeno estado de 8000 habitantes, do Alasca. Sarah Palin fez bons discursos, mas revelou-se incapaz de responder convenientemente às questões feitas por entrevistadores, nomeadamente por Katie Couric, da CBS. Quando a campanha republicana a deixou livre para responder a questões dos jornalistas, já era tarde!
Assim, a CBS conlui que 46% dos republicanos moderados admitem que Palin foi um factor a ter em conta no seu voto (21% dos republicanos moderados terão votado em Obama). Nos independentes, a percentagem de inquiridos que admitem ter votado em Obama, devido à escolhade Palin, foi 58. Neste contexto conclui-se que a Governadora do Alasca terá provocado algumas perdas para o seu ticket.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

4 de Novembro de 2008

Creio que será uma data a fixar.
Obama votou em Chicago, Illinois.
Biden, em Dellaware, na Pennsylvania.
McCain, em Phoenix, no Arizona.
Palin em Wasilla, no Alasca.
Após a votação, Palin referiu, a propósito do caso Troopergate (Palin alegadamente teria ordenado o despedimento do seu ex-cunhado, que entrara em divórcio litigioso e pretendia a guarda dos filhos) que sempre fez o melhor pelo povo do Alasca e para manter a trabalhar as melhores pessoas para servir o Alasca (entretanto chegou-se à conclusão que Palin não terá agido de maneira errada).

Ficam as fotos da votação (Imagens The Huffington Post*):

*A foto de Sarah Palin foi retirada da CNN.

domingo, 2 de novembro de 2008

Comediante canadiano fez-se passar por Sarkozy e enganou Palin

Palin foi enganada por um comediante canadiano (Sebastien Trudel) que se fez passar pelo Presidente Nicholas Sarkozy.
O programa na rádio canadiana, chamado "Vingadores Mascarados", já fez deste género de chamadas para o próprio Sarkozy, Chirac e ainda Britney Spears.
Sebastien Trudel telefonou para Palin e teve uma conversa com ela, num inglês, com uma pronúncia francesa muito carregada. Creio que este comediante estava literalmente a "gozar com a cara de Palin". Acho que também é um pouco passar dos limites. "Sarkozy" (Sebastien Trudel ) até afirmou que Carla Bruni a queria conhecer e que ele também era perito em negócios estrangeiros, por ver a Bélgica de casa. Palin, de certeza, a certa altura, ter-se-á sentido desorientada.
A candidata afirmou que ela e McCain gostavam muito de Sarkozy e que daqui a 8 anos podia candidatar-se. Palin mostrou-se igualmente confiante numa vitória.
A chamada telefónica pode ser ouvida em baixo.

McCain no "Saturday Night Live"

Depois de Sarah Palin, foi a vez de McCain ir ao "Saturday Night Live". Aí, fez uma aparição com Tina Fey (atriz que satiriza a candidata a vice-presidente republicana). Ambos tentaram vender produtos relacionados com a campanha: facas McCain-Palin, ou champô, ou bonecos "Joe, the Pumbler", ou Joe Biden, ou mesmo joias (estas últimas vendidas por Cindy McCain).
No final, "Palin" (Tina Fey) aparece, dando a entender que McCain irá perder as eleições, por isso, a partir de 5 de Novembro estarão à venda t-shirts "PALIN 2012".
Existe mais um vídeo e o último são os bastidores.





sábado, 1 de novembro de 2008

Curtas: tia de Obama e comício de Palin

1) Uma tia paterna de Barack Obama, Zeituni Onyango, vive, há 4 anos, ilegalmente, nos EUA. Pediu asilo político mas, há 4 anos, foi-lhe negado por um juiz. Apesar disso, continuou a viver numa casa governamental.
Acontece que esta tia de Obama contribuiu para a campanha democrata com 265 dólares. Apenas cidadãos americanos podem contribuir. A campanha decidiu devolver o dinheiro, dizendo que o
“timing” da notícia foi suspeito (a 3 dias da eleição, quando Obama está à frente nas sondagens).

2)
A propósito da "campanha negativa" de McCain,
Biden afirmou que nunca pensou que McCain o fizesse.

3) McCain foi "retirado" do ticket, por alguns apoiantes de Palin. Como se pode ver na
imagem aqui, os apoiantes da “running mate” de McCain, usaram cartazes como “Florida is Palin Country”. O nome de McCain não constava dos cartazes.

Informação CNN

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Reacções ao veredito de Stevens

O senador republicano do Alasca, Stevens, foi considerado culpado de corrupção, envolvendo empresas petrolíferas. Palin afirmou que era um dia triste para o povo do Alasca e lembrou que ela sempre tentou lutar contra estes lobbies. Na verdade, a Governadora, vetou propostas de 500 milhões e gastos excessivos.
Stevens diz-se inocente e diz que o vai provar.
McCain pediu que se demitisse.

domingo, 26 de outubro de 2008

A "diva" Palin: Conflitos na campanha republicana?

Imagem CNN

Acessores da campanha republicana caracterizaram Palin como sendo uma "diva". Contudo, o que à primeira vista pode parecer um elogio não é.
De facto, alguns acessores focam o facto de Palin ter fugido à mensagem da campanha, por exemplo com o incidente das "robo-calls". Alguns acessores criticam a "running mate" de John McCain, por "fugir à mensagem", não aceitar conselhos de ninguém, nem mesmo da sua família e estar mais preocupada no seu futuro e não na eleição de 2008. Há quem diga que Palin está já a pensar em 2012.
Hoje, em FORT WAYNE, Indiana , Palin comentou, uma vez mais a sua entrevista com Couric, referindo que as questões colocadas pela jornalista não eram importantes para o contexto nacional e, ironizando, declarou que gostou da questão sobre o seu filme preferido.
Em primeiro lugar, penso que é normal que os entrevistadores façam deste tipo de questões, para que os entrevistados fiquem à-vontade. O que não é normal é a entrevista ter corrido mal, de acordo com Palin, por causa da entrevistadora! As questões feitas tiveram que ver com assuntos de interesse, as respostas é que foram completamente desajustadas, nalguns casos, se é que não foram mesmo autênticas trapalhadas, pois há uma questão que Palin pura e simplesmente não consegue responder e começa falar dos impostos, da saúde e de tudo e mais alguma coisa, de maneira muito confusa. Para justificar uma má entrevista desta maneira, mais valia não ter dito nada.
Entretanto, em todos os comícios, onde Palin marca presença existe uma música de Hank Williams, "McCain-Palin tradition".
A certa altura a música troca o ticket: "Palin-McCain tradition". Mais um episódio que leva algumas pessoas a pensar que Palin já não está interessada em 2008. Neste caso, porém, não sei se se poderá culpar a Governadora pelo sucedido.
Aconselho este artigo da CNN e estoutro.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Palin apela ao voto feminino


Se nunca houve uma afirmação por parte da campanha republicana, referindo que a candidata escolhida por McCain foi escolhida, apenas por ser mulher, quase que há agora.
Sarah Palin, em campanha em HENDERSON, Nevada , fez um discurso totalmente voltado para as mulheres. Falou em Geraldine Ferraro e em Hillary Clinton.
A crítica à campanha adversária fez-se sentir quando Palin referiu que Obama defendia uma igualdade entre os sexos, mas as mulheres que trabalham na sua campanha recebem menos que os homens.
A resposta da campanha democrata não negou a crítica, mas referiu que Obama tem muitas mulheres que o aconselham.
Palin esta-se a virar para as mulheres. Isto acontece, pois a percentagem de mulheres que pretende votar em McCain está a diminuir, em alguns Estados, de acordo com a CNN. Ao mesmo tempo, Palin pretende que apoiantes de Hillary Clinton a apoiem, como algumas já o fizeram. Recordo apenas o anúncio que saiu após a escolha de Palin: uma apoiante de Clinton a dizer que passara a apoiar McCain. Como disse Clinton na altura: "I'm Hillary Clinton and I do not approve that message.".
Acredito que haja muitas pessoas que votem em McCain, por Palin ser mulher, outras em Obama por ser negro, ou não votam nele pelo mesmo motivo, mas penso que uma responsabilidade cívica das pessoas não o deveria permitir. De que serve ter-se um mau presidente, se se votou nele, só por uma característica física ou de género?

McCain admite estar a fazer "robo-calls"


Há várias maneiras de fazer campanha, de maneira perceptível ou imperceptível. Todos podemos manifestar a nossa opinião sobre os anúncios ou as citações fora de contexto, mas quando estes ataques não são feitos às claras não se tem exactamente a certeza se existirão ou não.
As "robo-calls" são da pior técnica negativa que há. Correspondem a chamadas telefónicas feitas para casa de pessoas, normalmente de battleground states. O conteúdo destas chamadas costuma ser falso e extremamente manipulativo. O objectivo é mudar a percepção do eleitor sobre determinado candidato e convencê-lo a votar no adversário, muitas vezes de forma imperceptível, ou seja a pessoa que atende o telefone pode não saber que estão a ligar de uma campanha, uma vez que o interlocutor se pode apresentar como de uma empresa de sondagens, por exemplo. Faz uma série de questões. Algumas apelam ao nosso inconsciente, e podemos passar a demonstrar falta de confiança em determinado candidato. Assim, pode questionar-se, por exemplo: "Votaria em Obama se soubesse que ele manteve ligações terroristas?".
A verdade é que Sarah Palin afirmou que não aprecia muito a estratégia das "robo-calls". Não a condenou, mas deu a entender que o uso é, na sua opinião, incorrecto. Também deu a entender que a campanha republicana está a fazer essas chamadas.
Na entrevista à CBS, John McCain diz que as chamadas estão a ser feitas e não são mentira (McCain diz que Obama teve contacto com terroristas, aos 5:30 minutos, mais ou menos), apesar de Obama também as fazer. Percebe-se aqui que McCain faz este tipo de chamadas.
Entretanto Joe Biden já criticou a campanha republicana que acusou de estar a semear a separação dos americanos.
A meu ver, estas estratégias eleitorais são completamante de lamentar; ultrapassam todos os limites e demonstram uma falta de carácter tal que seria impensável ter no governo de uma nação alguém que fosse capaz de fazer tudo por tudo para ganhar eleições.
Estas estratégias, como diz Biden, são também perigosas. A verdade é que há pessoas, em ambos os lados, que são fundamentalistas. Por isso cenas de racismo podem acontecer, assim como tentativas de barragem de passagem.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Sarah Palin: “Barack the Wealth Spender”


Sarah Palin esteve a fazer campanha em GRAND JUNCTION, Colorado.
Sabe-se que um dos objectivos de McCain é sar a entender que uma Administração Obama irá aumentar os impostos, por isso essa é uma das linhas de ataque da capmanha republicana. Houve uma invocação a "Joe, o canalizador", que sonhava demasiado alto, para Obama.
Palin chegou mesmo a dizer que Obama "revistou" o passado de Joe, de modo a poder atacá-lo.
De modo a poder fazer uma aproximação com os americanos, a "running mate" de John McCain afirmou que "Phil, o pedreiro", ou "Rose, a professora", ou "Tito, o construtor" não perceberiam o plano de impostos proposto por Obama.
Parece-me um pouco desonesta esta bajulação das massas. Posso compreender que um imigrante colombiano (Tito, o construtor) sonhe e cumpra o "american dream" e, quiçá, consiga chegar aos ditos 250 000 dólares por ano, para pagar mais impostos. Parece-me quase impossível, mas quem sabe? Agora, a professora Rose, por exemplo? Como ganharia tanto dinheiro por ano?
"Joe, o canalizador" fez uma pergunta traiçoeira a Obama, pois, como disse mais tarde, não pretende adquirir nenhum negócio e tem, inclusive, impostos em atraso. Parece-me que se está aincutir um medo nas pessoas de aumento de impostos. Tenho a certeza que se o aumento proposto pela equipa de Obama visasse 20% da população, por exemplo, a Economia americana talvez não estivesse tão mal. A proposta é justa: os mais ricos, 5% da população verão a sua contribuição para o Estado aumentar; a classe média, afogada em dívidas, em parte porque consumiu desalmadamente, terá uma "folga".

3 Curtas sobre Obama, Clinton e Palin

1) Obama irá sair da campanha, durante 5.ª e 6.ª feira, para ir ao Havai, visitar a sua avó. Ela encontra-se num estado muito debilitado. Sabe-se da admiração que Obama tem pela sua avó: Barack Obama diz que se hoje é o que é, em parte o deve a ela, que fazia sacrifícios para melhor o poder educar.

2)
Hillary Clinton, pela 1.ª vez desde a Convenção Democrata, juntou-se a Barack Obama, na Flórida, Estado que a Senadora de Nova Iorque venceu nas primárias. Hillary pediu o voto em Obama; pediu que as pessoas fizessem tudo por Barack Obama, quanto o que tinham feito por ela nas primárias, de modo que Obama vença nesse Estado, em Novembro, dentro de 2 semanas.
Obama elogiou Clinton, pelas "barreiras que ajudou a destruir", no que diz respeito à discriminação sexual.

3)
A caravana de Sarah Palin sofreu um incidente. Um grupo de pessoas tentou bloquear-lhe a passagem, ontem, no Colorado. Dizem-se contra a guerra no Iraque e apoiam Obama. Já foi instaurado um processo. A polícia está a rever cassetes gravadas e está a tentar identificar os suspeitos. Com a campanha a chegar ao fim e o tom negativo, vindo de ambas as campanhas, não sei se a campanha republicana não insinuaria uma ligação com Obama, como com Ayers...

domingo, 19 de outubro de 2008

Sarah Palin no "Saturday Night Live"

Sarah Palin esteve ontem no "Saturday Night Live". Uma maneira de fazer humor e conquistar votos de eleitores.




quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Contra-Informação na campanha americana

Imagem: Campanhas republicana e democrata

Muitos americanos acompanham as eleições através da internet. Contudo, muitas vezes, há confusões que advêm dessa visita ao ciber-espaço. Acontece que é também na internet que correm rumores sobre os candidatos que não correspondem à verdade. A CNN fez um apanhado:

Obama:
não é muçulmano; não nasceu no Quénia, mas no Havai.
Biden: não abandonará o ticket, em favor de Hillary Clinton.
McCain: não disse ao programa da CBS "60 minutes" que tinha intencionalmente bombardeado mulheres e crianças vietnamitas.
Palin: não mandou retirar livros da Biblioteca de Wasilla, cidade daqual foi "mayor"; não pertence ao "Alaska Independence Party", que luta pela independência do Estado norte-americano.

Por isso, os eleitores menos atentos e esclarecidos podem ser induzidos em erro.

domingo, 12 de outubro de 2008

Abuso de Poder de Palin

Imagem: CBSnews

O relatório final da investigação de abuso de poder de Sarah Palin saiu há dias. Foi feito por uma equipa de membros de ambos os partidos.
Recordo que a investigação em curso tinha que ver com o despedimento de um alto funcionário, por este se ter recusado a despedir o ex-cunhado de Palin, que se encontrava em processo de divórcio letigioso com a irmã da Governadora. A conclusão é que Palin não violou a lei, uma vez que tem poder para contratar e despedir todos os funcionários que ocupam altos cargos no Alasca, contudo terá agido de forma eticamente inaceitável.
Palin diz que não tem nada a esconder e que agiu dentro da lei. Já a campanha oficialmente declara que este assunto só serve para afastar as atenções dos americanos. Até pode ser que seja, mas não será que é precisamente isso que a campanha de McCain tem feito de maneira muito mais flagrante, com insinuações que ligam Obama a Ayers? Além disso, este assunto não foi propriamente levantado pela campanha adversária.

Pôr água fria na fervura...

McCain desempenhou durante todo este tempo uma campanha negativa que chegou ao ponto de alguns apoiantes de ambos os candidatos se odiarem mutuamente.
Assim, para acalmar os ânimos, McCain disse aos seus apoiantes que Obama é "uma pessoa decente" e um "homem de família". Por seu turno, Obama declarou que o esforço de McCain na guerra do Vietname foi notável, mas ele não percebe de economia.
Entretanto, Palin falou uma vez mais do aborto e disse que Obama apoiaria um aborto de uma das suas filhas porque não queria elas fossem "punidas com um bebé". Neste caso específico concordo com Palin: ao dizer-se que as pessoas podem fazer o que quiserem, sem sofrer consequências, está-se a educar mal e a demonstrar falta de sensibilidade e de respeito pelos outros (filhos), ainda que não tenham nascido.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

"The New York Times" critica o ticket republicano


O jornal nova iorquino criticou hoje o ticket republicano pelos comentários feitos por Sarah Palin, sugerindo ligações terroristas de Obama, com Ayers, quando o democrata tinha 8 anos de idade. Na verdade, a candidata distorceu a realidade, ao não referir a conclusão do artigo jornalístico: "Não há indícios que os dois tenham sido próximos".
O jornal critica duramente McCain, ao referir que é triste que ele tenha mudado a sua atitude política, aconchegando a ideia do "vencer a qualquer custo", passando por cima e de todos. Conclui-se que esta é a campanha mais suja de todas, onde as distorções e as frases tiradas do contexto chegam ao ponto da fronteira da xenofobia contra o adversário.
Conferir o artigo da CNN.

Críticas duras de Bardot, em relação a Palin


Já toda a gente sabe que o candidato democrata à Casa Branca reune o apoio de muitas celebridades americanas, apoios até de mais (como é o caso do apoio de Lindsay Lohan que Obama, por evidentes razões, preferiu não aceitar).
Também já toda a gente sabe que se os europeus votassem nas eleições americanas, há muito que Obama estaria eleito.
Ora, Brigitte Bardot é uma celebridade do cinema francês e decidiu escrever uma carta aberta, desejando que Palin perca as eleições. O mesmo é dizer que prefere que Obama vença as eleições.
De acordo com Bardot, Palin é "irresponsável", pelas opiniões que manifesta em relação ao ambiente, nomeadamente pela sua anterior recusa na participação humana nas altrações climáticas e pela sua defesa na perfuração do Alasca, de forma a retirar desse santuário ecológico petróleo. Bardot chega mesmo a dizer que "Palin é uma vergonha para as mulheres.".
De referir, apenas, que, nestes ponto polémicos, também McCain discorda da parceira de ticket que escolheu.

Fact Check

Existe nos EUA algo que poderia ser importado para Portugal no meio jornalístico: tenta-se descobrir até que ponto os candidatos dizem apenas a verdade. Trata-se de uma maneira de as pessoas ficarem esclarecidas e evitarem ser manipuladas pelos candidatos. Vejamos o caso de alguns pontos desta semana.
A reportagem é da CBSnews.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Sarah Palin comenta a entrevista com Katie Couric


A última entrevista de Palin com Couric foi considerada "desastrosa". As críticas foram imensas, não só de republicanos, como também das pessoas comuns que votarão nestas eleições. Além disso, a entrevista fez as delícias do "Saturday Night Live". Hoje, durante a campanha eleitoral, Palin referiu, em tom de brincadeira, que pretende que Tina Fey continue com o seu emprego (interpretando e satirizando a candidata).
Num tom um pouco mais sério e, sem dúvida, numa tentativa de justificar os seus resultados nas entrevistas Palin disse que estava à espera de discutir os assuntos e as questões que interessam aos americanos, ao invés de falar, por exemplo, sobre os jornais que lê diariamente.
Sem dúvida que Palin teve oportunidade de discutir os assuntos no debate que teve com Biden, contudo a minha única questão é a seguinte: "Será que os ataques pessoais a Obama correspondem a assuntos que os americanos gostariam ver tratados?". Ainda ontem Palin quase que acusou Obama de ser um terrorista...
Os comentários de Palin podem ser ouvidos aqui, na CBSnews.
UPDATE: É possível que a verdadeira Sarah Palin apareça no "Saturday Night Live", satirizando Tina Fey. Seria, também, uma maneira de ficar melhor vista, aos olhos dos americanos e, eventualmente, conseguir mais votos.